13 de Janeiro de 2020
  • Jornal Ibiá
  • Política
  • P. 6

Vibra integra projeto em prol da inovação

Um projeto com potencial para mudar o patamar do Rio Grande do Sul no mapa da "nova economia". Assim está sendo definido o Instituto Caldeira, iniciativa viabilizada através de parceria entre os parques tecnológicos da PUC, da Unisinos e da UFRGS; e que está sendo colocada em prática pela união de seus mais de 40 fundadores. Dentre eles estão pessoas fisicas, como a família Renner; empresas da "nova economia", como Agibank, 4all e Nelogica; e empreendimentos tradicionais, como Sicredi, Panvel, Banrisul e a montenegrina Vibra.

O Caldeira está sendo construído e funcionará junto ao complexo do shopping DC Navegantes, em Porto Alegre. Ele deve seu nome ao fato de ter, entre suas instalações, uma sala para troca de experiências dentro da antiga caldeira da fábrica AJ Renner, desativada em meados dos anos 20.

Ao todo, o Instituto terá cerca de 12 mil metros quadrados, com a expectativa de ser ampliado, em fases posteriores, para até 50 mil metros quadrados. Será uma área de coworking e aceleração de startups; e deve ser inaugurado ainda no primeiro semestre de 2020.

Focado em desenvolver empresas inovadoras com potencial, o local tem o conhecimento como um de seus principais pilares. Isso, através da atuação das três universidades que encabeçam o projeto; e também da parceria com instituições de ensino americanas e israelenses. O objetivo é trabalhar habilidades e conhecimentos nas áreas de engenharia de dados, Big Data, desenvolvimento de software, robótica e Internet das Coisas.

O prédio também deve ter como diferencial um desenho pensado para estabelecer conexões entre os espaços e, assim, fomentar parcerias entre as startups participantes. É projetado para ser um local de eventos de inovação, com curadoria de conteúdo e que também vai promover missões internacionais.

Uma delas, já marcada, consistirá numa visita a empresas e hubs de inovação na China. A expectativa dos organizadores-é reunir, quando o projeto estiver no auge, até 3 mil pessoas no Instituto. Todas os participantes desenvolvendo projetos inovadores em empresas de diferentes portes e alavancando a economia gaúcha.